Muitos proprietários acreditam que, quando a piscina não está a ser usada, não está a gerar custos.
Nada poderia estar mais longe da verdade.
Mesmo “desligada”, uma piscina continua a consumir água, energia e produtos químicos, muitas vezes de forma silenciosa e invisível.
Ao longo de um ano, estes custos acumulam-se e podem representar centenas ou mesmo milhares de euros desperdiçados.
Neste artigo, explicamos quais são esses consumos passivos e como os controlar de forma inteligente.
1. Evaporação: o custo invisível da água
A evaporação é responsável pela maior perda de água numa piscina, mesmo quando não está a ser utilizada.
O que acontece na prática:
- A água evapora continuamente, sobretudo com vento, calor e sol.
- Cada reposição de água obriga a:
- Reequilibrar pH
- Adicionar cloro
- Ajustar alcalinidade e dureza
💡 Resultado: perde água + gasta mais químicos.
📌 Estimativa realista:
Uma piscina descoberta pode perder 3 a 5 mm de água por dia no verão.
2. Perdas térmicas: energia que se dissipa no ar
Se a piscina é aquecida (bomba de calor, painéis solares, permutador), o problema agrava-se.
- À noite, a piscina perde calor rapidamente.
- O sistema volta a ligar para recuperar temperatura.
- O ciclo repete-se… todos os dias.
💡 Até 70% das perdas térmicas acontecem pela superfície da água.
👉 Sem cobertura, está literalmente a aquecer o ar.
3. Química da água: equilíbrio que nunca pára
Mesmo sem banhistas:
- O cloro degrada-se com o sol (UV).
- O pH oscila com evaporação e reposições.
- A água “envelhece” (aumento de sólidos dissolvidos).
💡 Uma piscina descoberta consome mais químicos mesmo quando ninguém entra nela.
4. Filtração desnecessária e má programação
Muitas piscinas continuam a filtrar:
- Horas a mais do que o necessário
- Em horários pouco eficientes
- Com bombas de velocidade fixa
Resultado:
- Consumo elétrico elevado
- Desgaste prematuro dos equipamentos
💡 Em muitos casos, a piscina podia filtrar menos horas e com melhor eficiência, sem perder qualidade da água.
5. Quanto custa tudo isto no fim do ano?
De forma conservadora, numa piscina residencial média:
- Água desperdiçada por evaporação: 150 € – 300 €/ano
- Energia extra (aquecimento + filtração): 250 € – 600 €/ano
- Químicos adicionais: 100 € – 200 €/ano
👉 Total silencioso:
🔻 500 € a 1.000 € por ano, sem o proprietário se aperceber.
6. Como reduzir drasticamente estes custos
✅ Cobertura de piscina
- Reduz evaporação em até 90%
- Mantém a temperatura
- Diminui consumo de químicos
- Aumenta segurança
✔️ Coberturas solares, térmicas ou automáticas — conforme o uso.
✅ Automação inteligente
- Programação otimizada da filtração
- Ajuste automático de pH e desinfetante
- Controlo remoto via app
✔️ Menos erro humano, mais eficiência.
✅ Bombas de velocidade variável
- Consomem até 60% menos energia
- Ajustam-se às reais necessidades da piscina
- Funcionam de forma mais silenciosa
Conclusão
Uma piscina não usada não é uma piscina gratuita.
Evaporação, perdas térmicas e desequilíbrios químicos continuam a gerar custos todos os dias — silenciosamente.
A boa notícia?
Com as soluções certas, é possível transformar uma piscina “gastadora” numa piscina eficiente.
👉 Na MatPiscinas, ajudamos os nossos clientes a:
- Reduzir custos invisíveis
- Implementar coberturas e automação
- Tornar a piscina mais sustentável e económica
Quer saber quanto está a perder por ano sem dar conta?
Peça uma avaliação de eficiência da sua piscina.
